Terça-feira, 19 de Maio de 2009

Blog Lucimauro*Assembleia de Deus agora é Blog Creia Sempre.

A paz do Senhor a todos.

Venho informar aos amados leitores e seguidores deste blog, que de agora em diante continuarei a desenvolver meu trabalho em outro endereço.
Desde já agradeço a todos que me apoiaram neste trabalho.
Para maiores informações visite nossa nova pagina:
http://lucimauromarques.blogspot.com/

Sábado, 9 de Maio de 2009

Lanternas de Cristo.


Mateus 5.14-16.


Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

A maioria das cidades do mundo nasceu literalmente imersa na escuridão. Depois que o sol se punha, suas ruas ficavam escuras, pedestres noturnos tinham de andar com cuidado para evitar pedras e buracos. Foi assim também nos dias de Benjamin Franklin nas ruas da Filadélfia.

Franklin, porém, decidiu dar um bom exemplo aos seus concidadãos colocando uma lanterna do lado de fora de sua casa. Ao transitarem pela rua à noite entre tropeções e quedas, as pessoas que chegavam a esse “oásis de luz” logo percebiam a bênção que ele era. Outros moradores logo começaram a colocar suas próprias lanternas. Assim, depois do pôr do sol, toda a aldeia se transformava num lugar iluminado e seguro.

Somos lembrados continuamente de que vivemos num mundo espiritualmente imerso em trevas, tanto por nossas próprias tendências pecaminosas, como pelos noticiosos recheados de todo tipo de crime e desajuste social, e também por uma sociedade cada vez mais permissiva e acostumada com a imoralidade sem freios. É fácil perceber que vivemos “no meio de uma geração pervertida e corrupta” (Fp 2.15).
Foi exatamente para combater esse cenário de trevas espirituais, de escuridão moral, que os discípulos de Cristo foram instruídos a serem “luzeiros no mundo” ou “lanternas de Cristo”. Embora sabedores de que nossa conduta na maioria das vezes reflete apenas uma imagem vaga e distorcida de Jesus e que sozinhos não podemos afastar toda a escuridão, não podemos esquecer o quão significativo será se cada um fizer a sua parte.

Há várias maneiras de reagir à escuridão espiritual. Alguns cristãos preferem se encastelar e viver uma espécie de clausura moral. Embora procurem viver corretamente, nada mais fazem; vivem apenas como “agentes secretos de Deus”, pois só Deus sabe que são “cristãos”, ninguém mais.

Há também quem prefira murmuração e contendas, vendo só o cisco nos olhos dos outros e não a trave em seus próprios olhos. Mas o apóstolo Paulo nos alerta a fazer “tudo sem murmuração nem contendas, para que vos torneis irrepreensíveis e \nsinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo” (Fp 2.15-16.

Para não sermos “luzeiros”, basta vivermos em murmuração e contendas. Paulo não mencionou nada mais escandaloso que isso. Não obstante alguns cristãos relativamente cometam pecados “maiores”, certamente todos nós já praticamos pecados “menores”: a presunção, o orgulho e o egoísmo que culminam em murmurações e contendas. E são esses pecados “menores” que mais prejudicam o nosso testemunho do evangelho de Cristo.
Cada cristão tem uma terceira e melhor opção: deixar que sua vida redimida e iluminada por Cristo sirva de lanterna a espalhar a luz do evangelho para iluminar outras vidas. Exatamente como Jesus ensinou: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem \na vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16).

O mundo ao nosso redor é escuro devido a ignorância espiritual.
Há milhares de pessoas cuja existência sem objetivo as conduz a um desespero silencioso que as faz tropeçar na vida.
Em vez de nos omitirmos, ou de murmurarmos e contendermos, cada um pode fazer a melhor parte como :
“lanterna de Cristo”, iluminar os caminhos dos que vivem em escuridão espiritual.

Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Congresso de Mocidade.
















18° Congresso de Mocidade da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Guarapari no Estado do Espírito Santo .
Tema:
guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Ap 3.11b

Bairro Kubitscheck.

Pastor José Maria Julião.

Dias 1,2,3 de Maio à partir das 19 Horas no Templo sede.

Participação da Cantora Katia Costa Lançando seu mais recente trabalho.

A Cantora Andréia Fontes.

Preletores:

Welbert de Vitória.

Sidriney de Linhares.

Adeilton de Belo Horizonte.

Sábado, 25 de Abril de 2009

Cristãos em todo tempo.



Efe 4:1 -
ROGO-VOS, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,


Em uma entrevista para ocupar um cargo em uma empresa, um jovem apresentou-se bem vestido e causou, de primeira, uma boa impressão ao diretor de recursos humanos.
Ele também apresentou um excelente currículo, onde listou como referência o pastor da igreja onde freqüentava, assim como o seu professor da Escola Dominical e um diácono.
O diretor, após analisar o currículo por alguns minutos, então falou:

“Aprecio as recomendações de seus amigos da igreja. Mas eu gostaria realmente de saber a opinião de alguém que se relaciona com você durante a semana”.

É lamentável dizer, mas a posição tomada pelo diretor parece revelar que há um nítido contraste na forma como alguns cristãos agem na igreja e o seu comportamento no mundo.
Não pretendo ser juiz de ninguém.
Não são poucos os cristãos que, mesmo sendo assíduos na igreja, não podem ser tomados como modelo ideal de vida cristã, tanto na sua relação com Deus como em seu relacionamento com as pessoas.

Alguns cristãos vivem um padrão duplo, pois sua conduta diária teima em ser inconsistente com os valores espirituais; sua caminhada no mundo mostra-se francamente em desarmonia com sua suposta caminhada com Deus. São cristãos de meio período.
Um bom teste para sabermos se estamos sendo coerentes é nos perguntarmos:
Será que os nossos amigos da igreja se chocariam se observassem nossas ações e ouvissem o que falamos no trabalho ou em casa?

Há outras questões que não querem calar. Na verdade, que exemplo é deixado para as pessoas com as quais convivemos e que rotineiramente nos observam?
Um bom cristão aos domingos não deveria também ser um bom cristão durante a semana?

Jesus nos ensinou que temos o dever de ser tanto “sal da terra” como “luz do mundo”.
E isso todo dia, não só aos domingos; e o dia todo, não só quando no templo. Isso quer dizer que o nosso testemunho deve ser efetivamente produtivo.

Mas Jesus também advertiu quanto ao perigo de o nosso testemunho vir a tornar-se improdutivo e incoerente, exemplificando com a possibilidade da perda do sabor do sal e de se esconder a luz. (Veja Mt 5.13-20).

Há, porém, duas coisas que devemos considerar sobre esses elementos.
Primeiro, o sal só é útil para dar sabor se estiver em contato com a comida, misturado a ela.
Jesus nos chama para darmos “sabor” à sociedade em Seu nome, por meio do nosso envolvimento com as pessoas, obviamente com o nosso testemunho condizente com os valores espirituais que professamos.
Assim, temos de viver, “acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo” (Fp 1.27).

Segundo, a luz deve ser sempre visível, senão perde o seu papel e importância.
Cristãos que vivem como “agentes secretos” de Deus precisam sair do esconderijo e ser conhecidos como discípulos.
Em vez de “povo encolhido”, precisamos ser vistos como “povo escolhido” de Deus, cuja profissão de fé deve ser evidenciada por meio das boas obras, “as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10).

O sal se imiscui na comida sem alarde e lhe dá sabor.
Quando ele não está lá, logo se nota.
Assim também a luz. Moody disse:
“Um farol não precisa fazer alarido para atrair a atenção dos navios. Ele apenas brilha”.
Você é um cristão em tempo integral ou de meio período?

Sábado, 18 de Abril de 2009

O Perigo da Negação.


2 Timóteo 2.11-13.


Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos;
Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;
Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.

No início do Século XVII, alguns cristãos serviam fielmente ao Senhor numa ilha do Japão. Um líder provincial, chamado de Shogun, decidiu que os cristãos eram uma ameaça para a cultura tradicional.
Então, ele elaborou uma armadilha perversa. Colocou uma figura de Jesus no chão em uma rua e ordenou que os cristãos da província pisassem em cima do quadro, como sinal de renúncia da fé cristã.

Quando terminou o teste, 26 crentes em Jesus tinham se recusado. Estes foram crucificadas na praia, como exemplo, para que todos vissem.
Aqueles que “pisaram em Jesus” e negaram a fé escaparam da crucificação, mas tiveram de conviver com sua vergonhosa culpa.

Alguns, a exemplo de Judas Iscariotes, consumidos pelo remorso, deram cabo da própria vida. Outros, a exemplo de Pedro, se arrependeram e voltaram a seguir a Jesus.
Lembremos que Pedro, quando questionado sobre sua lealdade, negou que era discípulo de Jesus. Mas depois, profundamente arrependido, voltou-se para o Senhor e dedicou o resto de sua vida ao testemunho ousado de Cristo. (Mt 26.69-75).

As pessoas podem pensar que negar a Cristo é um ato direto, resultado de uma provocação expressa, como nos exemplos acima.
Reginald Heber, autor do conhecido hino “Santo, Santo, Santo”, expressou que podemos negar o nosso Salvador de maneiras mais sutis.
Reginald escreveu:

“Negamos o nosso Senhor toda vez que, devido ao nosso amor por este mundo presente, abandonamos o dever que Cristo claramente nos deixou para fazermos.
Nós negamos o nosso Senhor toda vez que damos o nosso louvor, ou mesmo o nosso silêncio, diante de coisas que cremos ser pecado.

Negamos o nosso Senhor toda vez que abandonamos uma pessoa em aflição; ou quando nos recusamos a dar sustento, ânimo e apoio àqueles que, por amor a Deus e para fielmente darem conta de seu dever, são expostos a perseguições e calúnias”.
Quem é nova criatura em Cristo certamente procurará evitar qualquer negação aberta e deliberada do Senhor.

Mas as maneiras sutis de negação estarão sempre à espreita a nos desafiar.
Por exemplo, amar o mundo e deixar de fazer aquilo que Deus ordena; ou ser tolerante com o pecado que tenazmente está destruindo as famílias e a sociedade; ou ainda, se recusar a apoiar outros servos do Senhor que estão se esforçando para cumprir cabalmente a vontade de Deus.

Essas são maneiras sutis que, de fato, acabam se tornando uma negação Daquele que nos redimiu do pecado e da morte.
Todos os dias enfrentamos situações ou temos de tomar decisões que podem nos tentar a trair o Senhor Jesus.
Se alguém escolher os valores do mundo – e não a obediência da Palavra de Deus – por fim negará a fé e cairá da graça.

O apóstolo João nos desafia:

“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele (...) Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1 Jo 2.15-17).

O apóstolo Paulo nos alerta:

“Se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.12,13).
Oro para que a determinação do nosso coração seja de nunca trair o Senhor.
Antes, que possamos estar prontos e dispostos a sermos testemunhas fiéis em quaisquer circunstâncias.
Vivamos, pois, de tal maneira que ninguém possa nos acusar de “pisar em Jesus”.
Lembre-se: “É muito fácil levar Jesus no peito. Difícil é ter peito para andar com Ele”.

Sábado, 11 de Abril de 2009

Deus não desiste de Amar.


João 3.16-21.


Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.


Um homem idoso estava internado no hospital, assistido de perto por sua esposa vinte anos mais nova, sentada ao lado da sua cama.
“É você, Maria, ao meu lado novamente?
– ele sussurrou. “Sim, querido” – ela respondeu.
Então, ele falou calmamente: “Lembra-se quando estive no hospital após aquele grave acidente? Você ficou comigo. Você também ficou ao meu lado quando perdemos tudo naquela enchente. Quando o banco faliu e perdi o emprego, nós ficamos na pobreza; mas você continuou ao meu lado, não foi?
” – então o homem suspirou – “Vou lhe dizer uma coisa, Maria:
você não me trouxe sorte!”.
É apenas uma anedota, mas tem o condão de nos lembrar como os fatos podem ser torcidos, ao ponto de falharmos no reconhecimento do amor e lealdade de alguém que se importa conosco.
Agora, consideremos:
se há alguém que sempre se importa conosco e nos ama incondicionalmente, esse Alguém é Deus. Mas será que temos dado o devido reconhecimento a esse cuidado e amor?
Israel, o povo escolhido de Deus, em diversas ocasiões de sua história, rejeitou o amor do Senhor. Isso fez com que Deus externasse o quão frustrante era esse tratamento recebido.
Ele disse:
“Quando Israel era menino, eu o amei...
Quanto mais eu os chamava, tanto mais se iam da minha presença... e queimavam incenso às imagens de escultura...
Tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava.
Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo... e me inclinei para dar-lhes de comer” (Os 11.1-4).
Talvez você se indague:
como Deus poderia continuar amando um povo que sempre lhe virava as costas? Ele simplesmente amava, e pronto! Tal como um pai amoroso, que continua a amar o filho, mesmo que este se desvie e faça coisas erradas.
O amor de Deus é incondicional, como está escrito:
“De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jr 31.3).
O amor é medido pelo que oferece, não pelo que recebe. O amor tem prazer em dar. Alguém afirmou:
“Diga-me o quanto você dá de si mesmo e eu lhe direi o quanto você ama”. Isto porque “doar-se” é o teste maior do amor.
Desse modo, a grandeza do amor de Deus é demonstrada pelo presente inestimável que Ele nos deu.
O quanto Deus amou o mundo perdido?
“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
O quanto Deus amou a Igreja?
“Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25).
O quanto Deus me ama?
“Vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20).
Talvez você se encontre longe de Deus, talvez lhe tenha virado as costas, e agora está se perguntando:
Como Deus poderia continuar me amando?
É que Deus não desiste de amar. Paulo expressou bem isto:
“Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8.38-39).
Volte-se para Deus.
“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará” (Sl 37.5).
Reconheça o amor de Deus, prove do Seu amor enquanto é tempo, porque Deus não desiste de amar você.

Sábado, 4 de Abril de 2009

A Verdadeira Adoração.


João 4.23.
Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

A história está repleta de exemplos de servos de Deus que foram confrontados com situações emergenciais que os colocavam, ou na situação de serem adorados, ou na de se exigir que adorassem a outro deus que não o Criador. Veja como eles procederam:

Quando o apóstolo Pedro, avisado por divina revelação, foi pregar o evangelho ao centurião romano Cornélio, este quis adorá-lo.
A Bíblia assim narra o episódio:
“E aconteceu que, indo Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo e, prostrando-se a seus pés, o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo:
Ergue-te, que eu também sou homem” (Atos 10.25).

Três jovens hebreus, Sadraque, Mesaque e Abede-nego, foram confrontados pelo rei Nabucodonozor para que adorassem a uma grande estátua de ouro do deus babilônico. Se eles não o fizessem, seriam lançados dentro de uma fornalha ardente. Assim eles responderam:

“Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste” (Daniel 3.17).

Quando o apóstolo João recebeu a revelação do Apocalipse, teve o encontro com um anjo majestoso e quis adorá-lo. O anjo assim lhe disse: “Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantém o testemunho de Jesus; adora a Deus” (Apocalipse 19.10).

Quando Satanás tentou Jesus no deserto, propôs dar-lhe todos os reinos do mundo e a glória destes, se tão somente Jesus o adorasse.

“Então Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4.10).

Destes quatro exemplos podemos depreender que nem homens, nem imagens de escultura, nem anjos, nem Satanás, ou qualquer outro ser, por mais importante ou majestoso que seja, pode ser merecedor de adoração. Isso está de acordo com o primeiro Mandamento:

“Não farás para ti imagem de escultura...
Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor teu Deus” (Êxodo 20.4,5).

Essa questão da adoração verdadeira entrou na conversa de Jesus com uma mulher samaritana junto ao poço de Jacó. Depois de falar da água da vida e dar uma nova esperança àquela mulher, ouve dela uma indagação sobre a verdadeira adoração. Sua dúvida era quanto ao lugar onde Deus deveria ser adorado, se em Jerusalém ou em Samaria.
Nesse ponto, depois de afirmar que o lugar da adoração deixara de ser importante, Jesus adiciona um elemento a mais na revelação, e diz:

“Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (João 4.23).

Jesus ensina principalmente duas coisas nesta sentença. Primeiro, quando diz “em espírito”, Ele está indicando o nível em que deve ocorrer a verdadeira adoração. Ou seja, devemos comparecer diante de Deus com total sinceridade e num espírito (ou disposição de ânimo) dirigido pela atividade do Espírito Santo em nossa vida.
Segundo, quando diz que a adoração deve ser “em verdade”, Ele está afirmando que a adoração tem que ser prestada de conformidade com a verdade da revelação que Deus fez de si mesmo no seu Filho Jesus.

É por isso que os que propõem um tipo de adoração que ignora a verdade e as doutrinas da Palavra de Deus estão de fato desprezando, no seu todo, o único alicerce da verdadeira adoração.
A adoração, para ser levada em conta, tem que consistir em atitudes e atos que reverenciem e honrem a majestade do único Deus do universo. Sendo assim, a adoração concentra-se em Deus, e não em falsos deuses, nem no ser humano, nem em qualquer imagem de escultura, quer de anjos ou de santos. Só Deus merece ser adorado, ninguém mais.

A Palavra de Deus ensina que qualquer adoração que não seja centrada em Deus é falsa e ineficaz. Seja, portanto, um verdadeiro adorador. Adore somente a Deus. Essa é a única adoração que realmente conta.